Quem dera meus olhos fossem transparentes
E você pudesse enxergar através deles
Tudo aquilo que não consigo expressar.
Que pudesse ler na minha alma
A frase que fica enroscada na garganta
Cada vez que encontro seu olhar.
Na incerteza da clareza deles,
Me pego sussurrando nas suas costas
O que eu anseio te contar.
“É que eu preciso dizer que te amo”
Mas me falta coragem pra falar.
Quem sou eu
- Camila Marim
- 36 anos, curiosa e viajante. Nas horas vagas, também dona de casa, professora e enfermeira.
domingo, agosto 24, 2008
Desencontros
Podia ser tudo mais fácil.
Olharmos um pro outro e percebermos tudo,
As palavras não ditas,
Os sentimentos camuflados,
Os pensamentos ocultos na imensidão de nós.
Podíamos ser completamente racionais.
Deixarmos minhas meninices de lado,
Minhas lágrimas tolas,
Nossa falta de jeito,
A incapacidade de explicar o que não é lógico.
E, nesse caminho de tentar acertar,
Tropeçamos de repente
Nos desencontros pra se encontrar.
Olharmos um pro outro e percebermos tudo,
As palavras não ditas,
Os sentimentos camuflados,
Os pensamentos ocultos na imensidão de nós.
Podíamos ser completamente racionais.
Deixarmos minhas meninices de lado,
Minhas lágrimas tolas,
Nossa falta de jeito,
A incapacidade de explicar o que não é lógico.
E, nesse caminho de tentar acertar,
Tropeçamos de repente
Nos desencontros pra se encontrar.
segunda-feira, agosto 04, 2008
Paz
De tudo que vivi nesses anos, ficou a sensação da busca incessante. Sempre a procura de um trabalho que me realizasse, de ideais de vida que me norteassem, de amigos sinceros que me amparassem, de momentos mágicos que se eternizassem, de uma paz que nunca chegava.
Parte de mim, ainda busca e espera. Sinal de vida, acredito eu. Mas a outra parte sente que a paz chegou. Fico tentando encontrar palavras que descrevam, mas que bobagem a minha... não há o que descrever, nem tão pouco é preciso descrever.
Parte de mim, ainda busca e espera. Sinal de vida, acredito eu. Mas a outra parte sente que a paz chegou. Fico tentando encontrar palavras que descrevam, mas que bobagem a minha... não há o que descrever, nem tão pouco é preciso descrever.
Homens que se superam
Falando em homens que se superam, essa frase do Tom Hanks:
"Minha mulher me tornou 100% homem. Antes de conhecê-la eu era + ou - 68% homem".
"Minha mulher me tornou 100% homem. Antes de conhecê-la eu era + ou - 68% homem".
Dá pra ser menos perfeito?
Sabe o tipo de pessoa que quanto mais você conhece, mais vira fã. Eu nem conheço propriamente essa, mas sou fã número zero a cada dia que passa: Wagner Moura.
O cara solta numa entrevista com a Marília Gabriela (aliás toda a entrevista é apaixonante): “Um dia acho que o homem vai descobrir que é Deus. Não porque Deus não existe, existe porque o homem o criou a sua imagem e semelhança, pra se ver assim de uma forma abstrata, etérea” (trecho adaptado por mim, depois de assistir 2 vezes e ficar inconformada que ninguém ainda colocou no youtube). Como pode alguém conseguir descrever tão bem o que pensamos?
Fala da mulher dele com um carinho explícito no olhar que chega a comover. Essa tal de San é uma mulher de muita sorte. E imagina que ele, em suas próprias palavras, está nu diante dela, deixando-a fazer uma espécie de making of da peça Hamlet.
Vai no Irritando Fernanda Yang e é o único honesto capaz de responder Paca em todas as questões do “Paca, Pouco ou Picas” (pra quem nunca viu o programa, é uma parte em que ela pergunta se determinadas coisas te irritam paca, pouco ou picas).
E, além de tudo, descreve a paternidade como algo indescritível, enquanto sua linguagem corporal diz tudo. Podia ficar aqui descrevendo mais um monte de coisas que assisti nos últimos tempos com o rapaz...
No mais, não há quem discorde que ele é absolutamente brilhante em tudo o que faz na TV, no teatro ou no cinema.
Dá pra ser menos perfeito?
O cara solta numa entrevista com a Marília Gabriela (aliás toda a entrevista é apaixonante): “Um dia acho que o homem vai descobrir que é Deus. Não porque Deus não existe, existe porque o homem o criou a sua imagem e semelhança, pra se ver assim de uma forma abstrata, etérea” (trecho adaptado por mim, depois de assistir 2 vezes e ficar inconformada que ninguém ainda colocou no youtube). Como pode alguém conseguir descrever tão bem o que pensamos?
Fala da mulher dele com um carinho explícito no olhar que chega a comover. Essa tal de San é uma mulher de muita sorte. E imagina que ele, em suas próprias palavras, está nu diante dela, deixando-a fazer uma espécie de making of da peça Hamlet.
Vai no Irritando Fernanda Yang e é o único honesto capaz de responder Paca em todas as questões do “Paca, Pouco ou Picas” (pra quem nunca viu o programa, é uma parte em que ela pergunta se determinadas coisas te irritam paca, pouco ou picas).
E, além de tudo, descreve a paternidade como algo indescritível, enquanto sua linguagem corporal diz tudo. Podia ficar aqui descrevendo mais um monte de coisas que assisti nos últimos tempos com o rapaz...
No mais, não há quem discorde que ele é absolutamente brilhante em tudo o que faz na TV, no teatro ou no cinema.
Dá pra ser menos perfeito?
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