Na cena final de Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, Woody Allen lembra uma piada antiga.
Um homem diz a um psiquiatra:
"Doutor, meu irmão é maluco, ele pensa que é uma galinha".
O médico diz:
"Então, porque você não o interna?".
Ao que Allen responde:
"Bem, eu o internaria, mas acontece que preciso dos ovos".
À piada segue uma pequena, porém brilhante, reflexão: "Assim é como me sinto sobre relacionamentos, eles são completamente irracionais, malucos, absurdos, mas continuamos, insistimos porque a maioria de nós precisa dos ovos".
Quem sou eu
- Camila Marim
- 36 anos, curiosa e viajante. Nas horas vagas, também dona de casa, professora e enfermeira.
segunda-feira, setembro 28, 2009
segunda-feira, setembro 14, 2009
Querer
Eu queria morar de frente pro mar,
Acordar sem despertador,
Comer doce sem engordar,
Ver sempre o sol se pôr.
Eu queria uma empregada,
Trabalhar só de manhã,
Vinho de madrugada,
Assistir um jogo no Maracanã.
Eu queria viajar sem dia pra voltar,
Tomar banho de banheira,
Ficar de papo pro ar,
Conversar a noite inteira.
Mas, de tudo o que eu queria,
Era você aqui por perto,
Só sua companhia,
Pra tudo isso ser completo.
PS. Porque essas coisas bobas, ditas pelas ou para as pessoas certas, se tornam sempre boas ; )
Acordar sem despertador,
Comer doce sem engordar,
Ver sempre o sol se pôr.
Eu queria uma empregada,
Trabalhar só de manhã,
Vinho de madrugada,
Assistir um jogo no Maracanã.
Eu queria viajar sem dia pra voltar,
Tomar banho de banheira,
Ficar de papo pro ar,
Conversar a noite inteira.
Mas, de tudo o que eu queria,
Era você aqui por perto,
Só sua companhia,
Pra tudo isso ser completo.
PS. Porque essas coisas bobas, ditas pelas ou para as pessoas certas, se tornam sempre boas ; )
domingo, agosto 30, 2009
Ganhei o dia
Eis que esse site completamente desorientado me achou parecida com ela... Quem dera! rsrsrs

MyHeritage: Celebrity Morph - Arvore geneologica - Arvore geneologica da familia
segunda-feira, agosto 24, 2009
Samba da Benção
E salve Vinícius...
"Feito essa gente que anda por aí
Brincando com a vida.
Cuidado, companheiro!
A vida é pra valer.
E não se engane não, tem uma só.
Duas mesmo que é bom
Ninguém vai me dizer que tem
Sem provar muito bem provado
Com certidão passada em cartório do céu
E assinado embaixo: Deus.
E com firma reconhecida!
A vida não é brincadeira, amigo.
A vida é arte do encontro,
Embora haja tanto desencontro pela vida.
Há sempre uma mulher à sua espera,
Com os olhos cheios de carinho
E as mãos cheias de perdão.
Ponha um pouco de amor na sua vida,
Como no seu samba."
"Feito essa gente que anda por aí
Brincando com a vida.
Cuidado, companheiro!
A vida é pra valer.
E não se engane não, tem uma só.
Duas mesmo que é bom
Ninguém vai me dizer que tem
Sem provar muito bem provado
Com certidão passada em cartório do céu
E assinado embaixo: Deus.
E com firma reconhecida!
A vida não é brincadeira, amigo.
A vida é arte do encontro,
Embora haja tanto desencontro pela vida.
Há sempre uma mulher à sua espera,
Com os olhos cheios de carinho
E as mãos cheias de perdão.
Ponha um pouco de amor na sua vida,
Como no seu samba."
Regras
Me contaram muita coisa nessa vida,
o que era certo, o que era errado,
o que não se devia, o que era esperado.
Me traçaram um caminho,
mesmo antes dele existir,
como um livro pra colorir.
Figuras já prontas,
esperando apenas as cores,
que já estavam definidas na caixinha de giz de cera.
Mas eu queria mesmo era desenhar.
Usei os espaços em branco,
fiz novas imagens,
misturei pó de giz de uma cor com outra...
Fiz do livro meu caderno.
Inventei, recriei, remodelei
e descobri que o inesperado,
aquele antes proibido, rechaçado,
me fazia mais feliz.
Porque as regras que criaram
eram adequadas apenas pra quem as criou.
As minhas são diferentes
e hão de mudar ainda mais,
com as páginas em branco que acrescentei.
Sobrou apenas um tema, ou um lema,
fique bem, faça bem, propague o bem.
o que era certo, o que era errado,
o que não se devia, o que era esperado.
Me traçaram um caminho,
mesmo antes dele existir,
como um livro pra colorir.
Figuras já prontas,
esperando apenas as cores,
que já estavam definidas na caixinha de giz de cera.
Mas eu queria mesmo era desenhar.
Usei os espaços em branco,
fiz novas imagens,
misturei pó de giz de uma cor com outra...
Fiz do livro meu caderno.
Inventei, recriei, remodelei
e descobri que o inesperado,
aquele antes proibido, rechaçado,
me fazia mais feliz.
Porque as regras que criaram
eram adequadas apenas pra quem as criou.
As minhas são diferentes
e hão de mudar ainda mais,
com as páginas em branco que acrescentei.
Sobrou apenas um tema, ou um lema,
fique bem, faça bem, propague o bem.
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